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Promas S.A. - A Fábrica
O trabalho na fábrica se inicia com a recepção da matéria prima desda lavoura, que chega na planta elaboradora nas carretas especialmente desenhadas para transportar a azeitona. O fruto recebido é analisado para verificar seu estado antes de passar a planta elaboradora.

A qualidade do azeite depende da matéria prima.





A elaboração do Azeite de Oliva

No pátio de recepção da fábrica põe o fruto em tolvas (espécies de funis) é levado em cintas transportadoras para as máquinas para ser lavadas e despalitadas. Antes de continuar o processo, o fruto passa por um detector de metais para evitar que algum elemento metálico dane a máquina industrial.

O processo de elaboração é organizado em duas linhas de produção com uma capacidade de processamento de 90 toneladas diárias cada uma. As máquinarias utilizadas são de origem alemã e o processo de extração utilizado é de duas fases.

O fruto limpo passa a uma balança de peso continuo para transmitir informação ao sistema e monitorar os kilos de azeitona que se transferem ao processo de produção a fim de medir o rendimento industrial. Esta balança envia o fruto a um moinho “a martelo” que transforma a azeitona em uma pasta. O fruto não é descaroçado, é triturado por completo a uma determinada milimetraje com umas peneiras perfuradas.

A pasta passa a uma termobatedora para facilitar que as gotas de azeite se unam e formem lagoas de azeite que façam possível a extração e separação do material oleoso. O tempo de repouso na termobatedora é de 45 minutos aproximadamente, logo a pasta passa a um decantador, uma centrifuga horizontal, que baseado no principio do stock, separa o azeite da pasta o qual gera 2 fases: azeite e alperujo (resíduos da azeitona). Este azeite passa a um vibro filtro que termina de separar alguns sedimentos o materiais sólidos não filtrados pelo decantador.

O azeite passa a centrifuga vertical, que gira a 7.000 revoluções por minuto, para pulir o azeite de restos de água emulsionada e matérias sólidos mais finos. Este processo automático é previamente programado e monitorado desde um tabuleiro de controle.

O azeite da centrifuga vertical passa a um decantador primário para facilitar sua desaireação. Antes de armazenar o azeite em bodega, passa através de um caudalimetro masico, para reexpressar os litros de azeite em kilos, já que as variações de temperatura as medições em litros sofrem alterações e as em kilos não.


O armazenamento do Azeite de Oliva

A bodega de PROMAS tem uma capacidade 1.000 tn, distribuídos em 36 tanques de 28 tn cada um. O azeite se armazena de acordo a variedade índice de madures, qualidade e procedência, para facilitar as misturas dos blend ou coupages e o posterior engarrafado do azeite qualidade virgem extra ou virgem.

O azeite armazenado deve cumprir um período de repouso de três meses para decantar restos de água emulsionada e resíduos sólidos finos não filtrados pela centrifuga vertical, que se retiram do fundo cônico do tanque com bombas especiais. As misturas são analisadas e decididas no laboratório de PROMAS.


O fracionamento do azeite

Posterior ao tempo de repouso em bodega, o azeite é fracionado e engarrafado. Este processo se inicia com o enchimento das garrafas de vidro o PET, em suas apresentações de 250 cc o 500 cc. Se enchem e se tapam 5.000 unidades por jornada de trabalho diário. O capsulado é automático igual que o etiquetado da frente e dorso da garrafa.

Uma vez que o produto esta etiquetado, capsulado e fechado, se submete a um controle para verificar seu perfeito estado antes de ser termocontraído, em Pack de 6 unidades, empacotado em caixas de cartão e posteriormente empilhados em tarimbas.


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Promas S.A. - Linhas de produção do azeite de duas fases
Promas S.A. - Azeite centrifugado
Promas S.A. - Armazenamento do Azeite de Oliva na Adega
Promas S.A. - Fracionado e engarrafado do azeite