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Em La Rioja, Argentina, na beira Ocidental da Serra de Velasco da Precordilheira riojana, PROMAS produz o sumo natural de azeitonas cultivado cuidadosamente selecionadas. O clima seco – de verões prolongados, cálidos e invernos benignos – os solos soltos e profundos, possibilitam o cultivo com tradição na região. A conjunção do clima propicio, o uso adequado da terra e o respeito por o meio ambiente, permitem a PROMAS obter uma produção livre de resíduos nocivos para a saúde.
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O Olivar
A superfície total do olivar de PROMAS é de 1.603 hectáreas, com 444.338 plantas.
As principais variedades cultivadas são Arbequina, Manzanilla Fina, Barnea, Coratina, Changlot Real e Farga.

O trabalho na lavoura
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A colheita: se realiza manualmente e mecânica . A manual, também chamada |
“ordenho”, é a forma ótima de colher a azeitona de mesa o conserva. Também se utiliza este método com a azeitona para azeite. O operário desdo solo ou com escadas desliza um pequeno rastilho de plástico ou simplesmente suas manos por os ramos carregados de fruto, deixando cair este sobre lonas ou malhas de plástico estendidas previamente embaixo das árvores.
As azeitonas colhidas são colocadas em caixas plásticas de 20 kl cada uma e colocadas em carretas desenhadas especialmente para evitar que a azeitona suporte pressões da mais de 1 metro de carga. Isso permite que não se acelere o processo de oxidação do fruto e chegue na fábrica com o menor dano possível. A qualidade do azeite depende da qualidade da matéria prima, é prioritário que não passe mais de 24 horas entre a colheita e a trituração.
Desde 2.003 PROMAS desenvolve a colheita mecânica. A máquina colhedora que se utiliza é um sistema montado sobre uma linha continua, onde cada planta passa por debaixo da mquina. Conta com duas escovas que simulam os dedos das mãos do colhedor. O fruto recolhido é colocado em biens plásticos. Este método de colheita se encontra em período de adaptação - adequando a necessidade da planta. Ano a ano PROMAS procura melhorar para fazer a colheita mecânica mas eficiente.
A colheita é a culminação de todos os trabalhos que se realizam na lavoura durante o ano como o rego, a fertilização, o desmatamento e a poda.
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As mudas: devem ser de boa sanidade e vigorosas compradas de viveiros |
certificados e com trajetória.
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O rego e a fertiirigação: a água de rego vem de napas subterrâneas, extraída |
mediante bombas eletrosubmergiveis. A água de rego se associa com o fertilizante e passam por um sistema de filtrado que retem sólidos para evitar obstruções quando passe por os goteros. Esta técnica se denomina fertirego.
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A sanidade: inicia com o monitoreo de praga e continua com a eleição do |
agroquímico adequado. As pragas existentes na lavoura são formigas, cochinilha e eriófido. A cochinilha succiona a seiva da planta, excreta um liquido açucarado nela que se associa um complexo de fungos chamado negrilha o fumagina, que cobre todo o tecido vegetal, impedindo - lhe a planta fotocintetizar em ótimas condições. O eriófido é um ácaro de tamanho muito pequeno que se observa com lupa de grande aumento, de movimentos lentos, mas ativos, que se associam a deformações de folhas e frutos (agralhas).
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O desmatado: é químico e mecânico. O primeiro realiza na fila de olivos e se |
utilizam herbicidas não superando 1/3 da supeficie tratada. O segundo é interfilar e o desmatamento é do tipo vial. É importante controlar a maleza porque hospeda patógenos e compete com o olivo pela água e os nutrientes.
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A poda: é necessária se quer manter o equilíbrio entre as funções vegetativas, |
fazendo compatível a máxima produção a plena vitalidade diminuindo nas plantações jovens e o período improdutivo, prolongando período produtivo e retrasando a decadência envelhecimento e morte da árvore.
É fundamental para alcançar um produto de qualidade contar com um manejo adequado da lavoura desdas mudas, o rego e a fertilização, a sanidade até o controle do desmatamento e da poda.
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